UNDERSTORY.DIRcoleção · 114 obras

Romantismo

COLEÇÃO · 114 OBRAS

Movimento do século XIX que valorizou a identidade nacional, o sentimento e o indianismo. São 114 obras em domínio público, cada uma com ficha própria.

  • A Harpa do Crente

    Alexandre Herculano

    Romantismo

    Primeiro livro de poesia de Alexandre Herculano, de 1838: versos religiosos e místicos sobre a guerra civil, o exílio, a liberdade e a morte, escritos num tom sóbrio que ajudaria a inspirar o ultrarromantismo português.

  • Eurico, o Presbítero

    Alexandre Herculano

    Romantismo · 1844

    Impedido de casar com Hermengarda, Eurico torna-se padre e depois o guerreiro mascarado da resistência contra os invasores da Hispânia visigótica.

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  • Eurico, o presbytero

    Alexandre Herculano

    Romantismo

  • Lendas e Narrativas (Tomo I)

    Alexandre Herculano

    Romantismo

    Primeiro tomo das lendas medievais que Herculano publicou nas revistas O Panorama e A Ilustração entre 1839 e 1844: contos como "A Destruição de Áuria" e "O Alcaide de Santarém", ambientados nos séculos de formação de Portugal.

  • Lendas e Narrativas (Tomo II)

    Alexandre Herculano

    Romantismo

    Segundo tomo das Lendas e Narrativas, reunidas em livro em 1851: entre os contos está "A Dama Pé de Cabra", em que um fidalgo se apaixona, numa caçada, por uma mulher que é também um demônio.

  • Opúsculos por Alexandre Herculano - Tomo 01

    Alexandre Herculano

    Romantismo

    Primeiro dos dez volumes de Opúsculos que reúnem a prosa de intervenção de Alexandre Herculano. Os dois primeiros tomos, organizados ainda pelo próprio autor e publicados em 1873, tratam de Questões Públicas, os debates políticos e religiosos em que Herculano se envolveu.

  • Opúsculos por Alexandre Herculano - Tomo 02

    Alexandre Herculano

    Romantismo

    Segundo volume de Questões Públicas dos Opúsculos, publicado em 1873 ainda sob organização do próprio Herculano, fechando a dupla de tomos que ele preparou antes de a coleção seguir, já póstuma, para os volumes seguintes.

  • Opúsculos por Alexandre Herculano - Tomo 03

    Alexandre Herculano

    Romantismo

    Terceiro tomo dos Opúsculos, já de edição póstuma, publicado em 1876: abre a série de Controvérsias e Estudos Históricos, onde Herculano volta às polêmicas que travou como historiador, entre elas a disputa com o clero sobre o milagre de Ourique.

  • Opúsculos por Alexandre Herculano - Tomo 04

    Alexandre Herculano

    Romantismo

    Quarto tomo dos Opúsculos, de 1879, seguindo a série de Controvérsias e Estudos Históricos que reúne a face de historiador polemista de Alexandre Herculano.

  • Opúsculos por Alexandre Herculano - Tomo 05

    Alexandre Herculano

    Romantismo

    Quinto tomo dos Opúsculos, de 1881, ainda dentro da série Controvérsias e Estudos Históricos.

  • Opúsculos por Alexandre Herculano - Tomo 06

    Alexandre Herculano

    Romantismo

    Sexto e último tomo da série Controvérsias e Estudos Históricos dos Opúsculos, publicado em 1886, dez anos depois do primeiro volume da série.

  • Opúsculos por Alexandre Herculano - Tomo 07

    Alexandre Herculano

    Romantismo

    Sétimo tomo dos Opúsculos, de 1898: a coleção volta ao tema Questões Públicas, já em edição inteiramente póstuma, organizada a partir dos escritos avulsos de Herculano.

  • Opúsculos por Alexandre Herculano - Tomo 08

    Alexandre Herculano

    Romantismo

    Oitavo tomo dos Opúsculos, de 1901, fechando a segunda leva de textos sobre Questões Públicas reunida depois da morte de Herculano.

  • Opúsculos por Alexandre Herculano - Tomo 09

    Alexandre Herculano

    Romantismo

    Nono tomo dos Opúsculos, de 1907, dedicado à Literatura: reúne os principais textos em que Herculano discute teoria e crítica literária.

  • Frei Luís de Sousa

    Almeida Garrett

    Romantismo · 1844

    D. Madalena vive o pavor de que o primeiro marido esteja vivo; quando o Romeiro aparece, a tragédia se fecha sobre a casa.

  • Viagens na Minha Terra

    Almeida Garrett

    Romantismo · 1846

    Uma viagem de Lisboa a Santarém que a todo momento desvia para a digressão, a sátira política e a novela da Menina dos Rouxinóis.

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  • Lira dos Vinte Anos

    Álvares de Azevedo

    Romantismo · 1853

    Obra-prima do Romantismo ultrarromântico brasileiro, reunindo poemas que oscilam entre o sonho e o humor macabro, revelando a alma atormentada de um gênio que morreu aos 20 anos.

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  • Macário

    Álvares de Azevedo

    Romantismo · 1855

    Drama em dois atos com elementos fáusticos, em que o jovem Macário, acompanhado por um misterioso personagem que pode ser o diabo, perambula por tabernas e bordéis numa jornada filosófica e satírica.

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  • Noite na Taverna

    Álvares de Azevedo

    Romantismo · 1855

    Cinco jovens reunidos numa taverna contam histórias de amor, morte e horror numa noite de tempestade, obra que inaugura o gênero de terror e fantasia na prosa brasileira.

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  • A Escrava Isaura

    Bernardo Guimarães

    Romantismo · 1875

    Isaura, escrava de rara beleza e instrução, sofre as perseguições do cruel senhor Leôncio enquanto luta pela liberdade e pelo amor do abolicionista Álvaro.

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  • Cantos da Solidão

    Bernardo Guimarães

    Romantismo

    Coletânea de poemas de Bernardo Guimarães, publicada em 1852 e reeditada em 1865: solidão, melancolia e as primeiras afeições da juventude, num livro que marca a passagem de uma vida despreocupada para a maturidade.

  • O Garimpeiro

    Bernardo Guimarães

    Romantismo

    Um dos textos fundadores do regionalismo na literatura brasileira: no Triângulo Mineiro, o peão Elias e Lúcia, filha de um fazendeiro rico, vivem um amor que o pai da moça recusa por causa da pobreza do rapaz.

  • O Seminarista

    Bernardo Guimarães

    Romantismo · 1872

    Eugênio, jovem destinado ao sacerdócio, apaixona-se profundamente por Margarida, deflagrando um conflito trágico entre a vocação imposta pela família e o amor humano.

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  • A brazileira de Prazins: scenas do Minho.

    Camilo Castelo Branco

    Romantismo

    Considerado o último grande romance de Camilo, de 1882, já sob influência do realismo: no Minho do pós-guerras liberais, cruzam-se a história de um falso D. Miguel escondido na casa de um padre e a de Marta, que o amor por José Dias transforma na "brasileira de Prazins".

  • A espada de Alexandre: Corte profundo da questão do Homem-Mulher e Mulher-Homem

    Camilo Castelo Branco

    Romantismo

    Texto de gênese controversa de Camilo Castelo Branco, publicado com o subtítulo provocador "Corte profundo da questão do Homem-Mulher e Mulher-Homem". As fontes confirmam o tom polêmico, mas não o conteúdo detalhado: sinopse a completar quando houver acesso ao texto integral.

  • A Filha do Arcediago: Terceira Edição

    Camilo Castelo Branco

    Romantismo

    Publicado em 1854: da relação proibida entre o padre Leonardo Taveira, arcediago de Barroso, e Ana do Carmo nasce Rosa, que o pai tenta obrigar a casar com um velho rico e grotesco, enredo que Camilo usa para satirizar a sociedade portuense do início do século.

  • A Gratidão

    Camilo Castelo Branco

    Romantismo

    Em 1846, a menina Rosa e sua avó cega, ambas pobres, atravessam um inverno rigoroso até encontrar abrigo na casa de Dona Thereza: o ponto de partida de uma história sobre gratidão e sobre o que pequenos gestos de generosidade podem mudar.

  • A Morgadinha de Val-D'Amores/Entre a Flauta e a Viola: Theatro Comico de Camillo Castello Branco

    Camilo Castelo Branco

    Romantismo

    Quem manda melhor: quem age ou quem sabe ocupar a fala? Em A Morgadinha de Val-D'Amores, Frederico troca o emprego fiscal pela liderança de uma revolta enquanto Joana, sua amada, enfrenta os perigos que ele prefere comentar. Em Entre a Flauta e a Viola, dois pretendentes transformam música e verso em armas de cortejo, até uma serenata alcançar o ouvido errado. As duas comédias aproximam política e namoro para testar discursos que prometem autoridade. Uma porta fechada e a escolha da plateia decidem quanto essa autoridade dura.

  • A Neta do Arcediago

    Camilo Castelo Branco

    Romantismo

    Publicado em 1856, dando sequência a "A Filha do Arcediago": Luiz da Cunha e Faro descobre-se filho de uma relação escondida, e o romance segue as infidelidades do pai e as consequências que atravessam a vida do filho, em capítulos com títulos como "Um Anjo Caído".

  • A Queda d'um Anjo: Romance

    Camilo Castelo Branco

    Romantismo

  • A senhora Rattazzi

    Camilo Castelo Branco

    Romantismo

    Panfleto de 1880 nascido da polêmica entre Camilo Castelo Branco e a princesa Rattazzi, que escrevera um livro sobre Portugal chamado "Le Portugal à Vol de l'Oiseau": a controvérsia rendeu réplicas dos dois lados e uma segunda edição ampliada no mesmo ano.

  • Agulha em Palheiro: Quinta edição

    Camilo Castelo Branco

    Romantismo

    Filho de sapateiro, Francisco Lourenço Gomes admira o poeta Bocage a ponto de lhe fazer botas sob medida, gesto que o lança nos círculos poéticos de Lisboa e o leva, por ascensão social improvável, a frequentar salões europeus como veterano liberal condecorado e bacharel em Direito.

  • Amor de Perdição

    Camilo Castelo Branco

    Romantismo · 1862

    Simão e Teresa amam-se contra o ódio das duas famílias; o romance mais lido do romantismo português, escrito na cadeia em quinze dias.

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  • Amor de Salvação

    Camilo Castelo Branco

    Romantismo

    Apesar do título, é quase todo um amor de perdição: Afonso e Teodora são prometidos desde crianças, mas ela desespera-se no convento e casa-se com o primo Eleutério; só nas últimas páginas Afonso encontra, em Mafalda, o amor de salvação que dá nome ao livro.

  • Annos de Prosa; A Gratido; O Arrependimento

    Camilo Castelo Branco

    Romantismo

    Edição que reúne em um volume os contos "A Gratidão" e "O Arrependimento" sob o título comum de "Annos de Prosa", os mesmos dois textos que o catálogo também traz publicados em separado.

  • Carlota Angela

    Camilo Castelo Branco

    Romantismo

    Um dos primeiros romances de Camilo, de 1858: Carlota Ângela, filha única de um casal abastado, resiste aos planos de casamento que os pais fazem por ela e se envolve com Francisco Salter de Mendonça, tenente da marinha real recém-chegado a Lisboa.

  • D. Antonio Alves Martins: bispo de Vizeu: esboço biographico

    Camilo Castelo Branco

    Romantismo

    Camilo Castelo Branco traça a biografia de D. António Alves Martins, bispo de Viseu, par do reino e ministro de estado honorário: das origens humildes em Trás-os-Montes aos anos como pensador liberal num Portugal em disputa política.

  • Estrellas Funestas

    Camilo Castelo Branco

    Romantismo

    Publicada em 1862: as famílias de Gonçalo Malafaya e de Maria das Dores prometem os filhos um ao outro desde antes de nascerem, mas cada qual se apaixona por outra pessoa. Cento e poucas páginas sobre um casamento forçado que desagua em desgraça.

  • Estrellas Propícias

    Camilo Castelo Branco

    Romantismo

    De 1863, na mesma linhagem moralizante de "Estrelas Funestas": um casamento arranjado por interesse patrimonial serve de eixo para Camilo cruzar amor, dor e fatalidade sob o seu olhar atento à sociedade portuguesa do século XIX.

  • Folhas cahidas, apanhadas na lama por um antigo juiz das almas de Campanhan

    Camilo Castelo Branco

    Romantismo

    Livro de poemas de 1854, publicado sob o pseudónimo "Um Antigo Juiz das Almas de Campanhã", um dos vários nomes falsos que Camilo Castelo Branco usou ao longo da carreira.

  • Lagrimas Abençoadas

    Camilo Castelo Branco

    Romantismo

    O romance abre com o batismo de Maria, recém-nascida cuja presença ilumina quem está à sua volta, enquanto a mãe já pressente a dor que o futuro guarda: uma história sobre fé, sofrimento e a busca de consolo através da religião.

  • Livro de Consolação: Romance

    Camilo Castelo Branco

    Romantismo

    Escrito nos anos seguintes à prisão de Camilo e Ana Plácido por adultério, entre os romances mais emblemáticos do autor: Venceslau Taveira e Eduardo Pimenta atravessam perdas e tragédias pessoais numa prosa sobre amor e redenção.

  • Luiz de Camões: notas biograficas: Prefacio da setima edição do Camões de Garrett

    Camilo Castelo Branco

    Romantismo

    Prefácio de 1880 à sétima edição do "Camões" de Almeida Garrett: Camilo Castelo Branco revê a biografia romântica que Garrett fizera do poeta épico, questionando alguns dos seus retratos e propondo outras leituras da vida de Camões.

  • Noites de insomnia, offerecidas a quem não póde dormir. Nº 01 (de 12)

    Camilo Castelo Branco

    Romantismo

    Primeiro dos doze números mensais de "Noites de Insomnia" que Camilo Castelo Branco publicou ao longo de 1874: uma série de ensaios e narrativas curtas sobre temas históricos, sociais e literários portugueses, dedicada a quem não consegue dormir.

  • Noites de insomnia, offerecidas a quem não póde dormir. Nº 02 (de 12)

    Camilo Castelo Branco

    Romantismo

    Número de fevereiro de 1874 da série mensal "Noites de Insomnia", em que Camilo Castelo Branco segue oferecendo reflexões e narrativas curtas a quem não consegue dormir.

  • Noites de insomnia, offerecidas a quem não póde dormir. Nº 03 (de 12)

    Camilo Castelo Branco

    Romantismo

    Número de março de 1874 da série "Noites de Insomnia": parte do primeiro dos dois volumes em que Camilo Castelo Branco reuniu os doze números mensais publicados ao longo do ano.

  • Noites de insomnia, offerecidas a quem não póde dormir. Nº 04 (de 12)

    Camilo Castelo Branco

    Romantismo

    Número de abril de 1874 da série mensal "Noites de Insomnia" de Camilo Castelo Branco.

  • Noites de insomnia, offerecidas a quem não póde dormir. Nº 05 (de 12)

    Camilo Castelo Branco

    Romantismo

    Número de maio de 1874 da série mensal "Noites de Insomnia" de Camilo Castelo Branco.

  • Noites de insomnia, offerecidas a quem não póde dormir. Nº 06 (de 12)

    Camilo Castelo Branco

    Romantismo

    Número de junho de 1874 da série mensal "Noites de Insomnia" de Camilo Castelo Branco, na metade do ano de publicação.

  • Noites de insomnia, offerecidas a quem não póde dormir. Nº 07 (de 12)

    Camilo Castelo Branco

    Romantismo

    Número de julho de 1874, já no segundo volume da série "Noites de Insomnia" de Camilo Castelo Branco.

  • Noites de insomnia, offerecidas a quem não póde dormir. Nº 08 (de 12)

    Camilo Castelo Branco

    Romantismo

    Número de agosto de 1874 da série mensal "Noites de Insomnia" de Camilo Castelo Branco.

  • Noites de insomnia, offerecidas a quem não póde dormir. Nº 09 (de 12)

    Camilo Castelo Branco

    Romantismo

    Número de setembro de 1874 da série mensal "Noites de Insomnia" de Camilo Castelo Branco.

  • Noites de insomnia, offerecidas a quem não póde dormir. Nº 10 (de 12)

    Camilo Castelo Branco

    Romantismo

    Número de outubro de 1874 da série mensal "Noites de Insomnia" de Camilo Castelo Branco, já perto do fechamento do ano de publicação.

  • Noites de insomnia, offerecidas a quem não póde dormir. Nº 11 (de 12)

    Camilo Castelo Branco

    Romantismo

    Número de novembro de 1874, penúltimo da série mensal "Noites de Insomnia" de Camilo Castelo Branco.

  • Noites de insomnia, offerecidas a quem não póde dormir. Nº 12 (de 12)

    Camilo Castelo Branco

    Romantismo

    Número de dezembro de 1874, o último dos doze números mensais que fecham a série "Noites de Insomnia" de Camilo Castelo Branco, reunida depois em dois volumes encadernados.

  • Novelas do Minho

    Camilo Castelo Branco

    Romantismo

    Oito novelas publicadas em doze volumes entre 1875 e 1877, entre elas "O cego de Landim" e "A viúva do enforcado": um retrato do Minho rural já influenciado pelo Naturalismo, em que o bucolismo idílico cede lugar à realidade mais dura do Portugal contemporâneo de Camilo.

  • O Arrependimento

    Camilo Castelo Branco

    Romantismo

    Émilio da Cunha acolhe o sobrinho Roberto depois da morte do irmão, na esperança de guiá-lo para uma vida melhor, mas más influências levam o rapaz ao crime, até que, tomado de remorso, ele busca reconquistar o perdão do tio e de sua prima Valentina.

  • O Assassino de Macario: Comedia em tres actos

    Camilo Castelo Branco

    Romantismo

    Macário nunca entra em cena, mas sua falsa morte põe todos em movimento. A pedido do noivo fugitivo, Libório anuncia um duelo fatal e acaba acusado por Itelvina de ser o assassino. Ela aceita casar com ele para executar uma vingança doméstica feita de relógios alterados e roupas sabotadas. Quando Barnabé revela que Macário está vivo, a tragédia imaginada perde o chão. Camilo conduz o casal do engano à mesa de jantar, onde atração e apetite negociam um acordo tão instável quanto a mentira que os uniu.

  • O Bem e o Mal: Romance

    Camilo Castelo Branco

    Romantismo

    Criado pelo tio padre depois que o pai entra para um convento, Ladislau Tibério Militão de Vila Cova é empurrado para o sacerdócio até conhecer Peregrina, irmã de um padre recém-chegado. O romance segue dois casais, Ladislau e Peregrina, Casimiro e Cristina, presos entre o dever e o desejo.

  • O Carrasco de Victor Hugo José Alves

    Camilo Castelo Branco

    Romantismo

  • O Condemnado

    Camilo Castelo Branco

    Romantismo

    Drama em três atos de 1870, dedicado ao parlamentar José Cardoso Vieira de Castro, banido para uma das colônias africanas de Portugal. Sob a impressão dessa tragédia real, Camilo escreve um protagonista condenado tanto pelas circunstâncias quanto pelas próprias escolhas.

  • O esqueleto: Romance

    Camilo Castelo Branco

    Romantismo

    Publicado em 1864 e pouco reeditado depois: Nicolau abandona a amante francesa Margarida para casar com a prima adolescente Beatriz, mas o casamento desmorona e os dois cônjuges acabam presos em casos secretos, ele de volta a Margarida, ela com o jovem Rafael.

  • O General Carlos Ribeiro: Recordações da Mocidade

    Camilo Castelo Branco

    Romantismo

    Publicado em 1884: memórias da juventude do general e cientista Carlos Ribeiro, contadas por Camilo Castelo Branco cruzando lembrança pessoal, reflexão histórica e o retrato de um homem apaixonado por ciência num Portugal em transformação.

  • O Olho de Vidro

    Camilo Castelo Branco

    Romantismo

    Publicado em 1863: a relação trágica entre a inocente Virgínia e o ambicioso Fagundes, movida por amor não correspondido, ciúme e ambição de poder, num dos romances mais sentimentais de Camilo Castelo Branco.

  • O que fazem mulheres: Romance philosophico

    Camilo Castelo Branco

    Romantismo

    Publicado em 1858: Ludovina é dividida entre o amor por Ricardo de Sá e a pressão da mãe por um casamento arranjado. Camilo usa a personagem para criticar uma sociedade em que a vida das mulheres era decidida pela família.

  • O Regicida

    Camilo Castelo Branco

    Romantismo

  • O Romance de um Homem Rico

    Camilo Castelo Branco

    Romantismo

    Publicado em 1861: a análise minuciosa de um homem rico que amou e perdeu, e que cobre de luto a lembrança da mulher amada. Camilo usa a fortuna do protagonista para expor os seus efeitos corrosivos sobre a busca de felicidade.

  • O sangue

    Camilo Castelo Branco

    Romantismo

    Romance de 1860: Inocêncio, dividido entre o dever de família e o desejo pessoal, envolve-se com Thomazia em meio a laços de sangue e honra da família Barros. Ciúme, traição e as consequências da pressão social movem o enredo.

  • O vinho do Porto: processo de uma bestialidade ingleza: exposição a Thomaz Ribeiro

    Camilo Castelo Branco

    Romantismo

    Panfleto polêmico dirigido contra o inglês Baron James Forrester, criticado por seus erros ao escrever sobre o vinho do Porto: um dos textos mais hostis à Inglaterra escritos por Camilo Castelo Branco, dedicado a Thomaz Ribeiro.

  • Salve, Rei!: Poesia de Camillo Castello Branco

    Camilo Castelo Branco

    Romantismo

    Impresso em folha solta em janeiro de 1852, dedicado ao casamento de D. Miguel I: um poema de fidelidade legitimista, escrito sob a perspectiva de quem lamenta a queda de um rei e espera o retorno do que considera o governante legítimo.

  • Scenas Contemporaneas

    Camilo Castelo Branco

    Romantismo

    Coletânea de contos e crônicas de 1856, em que Camilo Castelo Branco dissseca a sociedade portuguesa do seu tempo: amor, traição e expectativas sociais, contados com humor e ironia sobre as hipocrisias contemporâneas.

  • Scenas da Foz

    Camilo Castelo Branco

    Romantismo

    Duas novelas publicadas primeiro em folhetim no jornal A Aurora do Lima, entre 1856 e 1857: às margens do Douro e na cidade do Porto, uma família vinda de Amarante, sobretudo a filha Hermenigilda, cruza-se com o inconstante Bento de Castro, que sonha casar-se por dinheiro.

  • Suicida

    Camilo Castelo Branco

    Romantismo

  • Voltareis ó Christo?

    Camilo Castelo Branco

    Romantismo

    Três narrativas reunidas em 1871 sob um título que é uma súplica: um apelo a Cristo para que volte à Terra, porque a treva do presente, escreve Camilo, é pior que a de dois mil anos atrás. Uma amostra da crítica social e espiritual do autor.

  • As Primaveras

    Casimiro de Abreu

    Romantismo · 1859

    Coletânea de poemas que expressam a saudade da infância e do Brasil natal, escritos pelo jovem Casimiro durante sua estada em Portugal, com versos de musicalidade inconfundível.

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  • A Cachoeira de Paulo Afonso

    Castro Alves

    Romantismo · 1876

    Ciclo de poemas de Castro Alves que transforma a paisagem do São Francisco em cenário de amor, sofrimento e denúncia da escravidão.

  • Espumas Flutuantes

    Castro Alves

    Romantismo · 1870

    Único livro de poesia publicado em vida pelo 'Poeta dos Escravos', reunindo poemas líricos e sociais que alternam o amor apaixonado e o grito pela abolição da escravatura.

  • O Navio Negreiro

    Castro Alves

    Romantismo · 1880

    Poema dramático que descreve com indignação o horror do tráfico de escravos africanos, tornando-se o mais célebre grito literário contra a escravidão na poesia brasileira.

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  • Os Escravos

    Castro Alves

    Romantismo · 1883

    Coletânea póstuma de poemas que formam um grande painel sobre a escravidão, incluindo A Canção do Africano e Mater Dolorosa, hinos pela liberdade dos africanos no Brasil.

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  • Vozes d'África

    Castro Alves

    Romantismo · 1883

    Poema em que a África escravizada clama a Deus e à história, numa das grandes peças abolicionistas de Castro Alves.

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  • Suspiros Poéticos e Saudades

    Domingos José Gonçalves de Magalhães

    Romantismo · 1836

    O livro que inaugura o romantismo no Brasil, escrito em Paris por um poeta que queria uma literatura nossa.

  • Noturnas

    Fagundes Varela

    Romantismo · 1861

    Primeiro livro de Fagundes Varela, poeta boêmio e apaixonado, reunindo poemas que oscilam entre o lirismo amoroso e a melancolia existencial, com imagens da natureza brasileira.

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  • Canção do Exílio

    Gonçalves Dias

    Romantismo · 1843

    O mais famoso poema brasileiro, escrito em Portugal, expressa a saudade do maranhão natal e o amor pela terra brasileira com versos que se tornaram parte do imaginário nacional.

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  • Lendas e Romances

    Gonçalves Dias

    Romantismo · 1846

    Primeiro livro de poesia de Gonçalves Dias, incluindo A Canção do Exílio e os primeiros grandes poemas indianistas, que revelaram ao Brasil um poeta de gênio excepcional.

  • Os Timbiras

    Gonçalves Dias

    Romantismo · 1857

    Poema épico inacabado sobre as guerras entre as tribos timbiras e gamelas do Maranhão, obra que Gonçalves Dias pretendia ser a grande epopeia indianista da literatura brasileira.

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  • Segundos Cantos

    Gonçalves Dias

    Romantismo · 1848

    Segunda coletânea de Gonçalves Dias, aprofundando o projeto indianista e lírico que faria dele o maior poeta do Romantismo brasileiro.

  • Últimos Cantos

    Gonçalves Dias

    Romantismo · 1851

    Terceiro livro de poesia de Gonçalves Dias, reunindo poemas que consolidam o indianismo como projeto literário e incluem o célebre I-Juca-Pirama, sobre um guerreiro tupi capturado.

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  • O Guesa

    Joaquim de Sousândrade

    Romantismo · 1877

    O errante indígena atravessa as Américas até a Bolsa de Nova York — poema que só o século XX aprendeu a ler.

  • A Moreninha

    Joaquim Manuel de Macedo

    Romantismo · 1844

    Considerado o primeiro romance brasileiro, narra o amor entre o estudante Augusto e a encantadora Carolina, em meio às festas e costumes da juventude carioca do século XIX.

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  • O Moço Loiro

    Joaquim Manuel de Macedo

    Romantismo · 1845

    Romance urbano que narra as aventuras sentimentais de Honorina no Rio de Janeiro, continuando a exploração dos costumes da sociedade carioca dos anos 1840.

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  • A Viuvinha

    José de Alencar

    Romantismo · 1860

    Jorge, arruinado por dívidas, desaparece na véspera do casamento para não arrastar a noiva à miséria. Carolina fica com a promessa e o silêncio.

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  • As Minas de Prata

    José de Alencar

    Romantismo · 1865

    Romance histórico sobre a busca pelas lendárias minas de prata na Bahia colonial do século XVII, misturando aventura, amor e intrigas políticas num cenário de lutas contra invasores holandeses.

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  • Cinco Minutos

    José de Alencar

    Romantismo · 1856

    Um encontro de cinco minutos numa barca que cruza a Baía de Guanabara é o suficiente para mudar para sempre a vida do narrador, que parte em busca da misteriosa jovem que perdeu de vista.

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  • Diva

    José de Alencar

    Romantismo · 1864

    Emília, a fria e orgulhosa Diva, recusa todos os pretendentes até que o jovem Augusto desafia sua altivez com estratégia inversa — fingindo indiferença — numa guerra de orgulhos e sentimentos.

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  • Iracema

    José de Alencar

    Romantismo · 1865

    Lenda do Ceará narrada em prosa poética: a índia Iracema, 'lábios de mel', sacrifica tudo pelo amor do guerreiro branco Martim, dando origem ao povo cearense.

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  • Lucíola

    José de Alencar

    Romantismo · 1862

    Paulo encontra Lúcia, uma cortesã de rara beleza, e descobre sob a aparência mundana uma alma pura e atormentada que busca redenção pelo amor sincero.

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  • O Guarani

    José de Alencar

    Romantismo · 1857

    O índio Peri, guerreiro guarani de nobreza selvagem, dedica sua vida à proteção de Ceci, filha do fidalgo português Dom Antônio de Mariz, nas margens do rio Paquequer.

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  • O Sertanejo

    José de Alencar

    Romantismo · 1875

    Nas fazendas do sertão cearense, o corajoso vaqueiro Arnaldo Louredo defende a honra e a família de seu senhor, entrelaçando aventura e amor à vida rude do interior.

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  • Senhora

    José de Alencar

    Romantismo · 1875

    Aurélia Camargo, jovem que herda uma fortuna, compra o casamento de Seixas, o homem que a abandonou por interesse, para vingar-se e redimi-lo pelo amor.

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  • Til

    José de Alencar

    Romantismo · 1872

    Romance regionalista ambientado nas fazendas do interior paulista, narrando o amor entre a misteriosa Til e o jovem Berta, envolvidos em segredos de família e violência rural.

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  • Ubirajara

    José de Alencar

    Romantismo · 1874

    Lenda tupi sobre Jaguaré, guerreiro que conquista o título de Ubirajara — 'senhor da lança' — e enfrenta o dilema entre o amor e as leis tribais de seu povo.

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  • As Pupilas do Senhor Reitor

    Júlio Dinis

    Romantismo · 1867

    Na aldeia minhota, os amores cruzados de Daniel, Margarida, Clara e Pedro sob a vigilância bondosa do reitor.

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  • Inspirações do Claustro

    Junqueira Freire

    Romantismo · 1855

    Poemas escritos durante os anos em que o poeta baiano viveu num convento, expressando o conflito entre a vocação religiosa imposta e os desejos humanos que não conseguia suprimir.

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  • A Mão e a Luva

    Machado de Assis

    Romantismo · 1874

    Guiomar escolhe o próprio destino entre três pretendentes; um retrato precoce da mulher que calcula e vence no Rio imperial.

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  • Ressurreição

    Machado de Assis

    Romantismo · 1872

    O primeiro romance de Machado: Félix ama Lívia mas a desconfiança o corrói antes de qualquer prova — já o embrião do Bentinho de Dom Casmurro.

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  • Memórias de um Sargento de Milícias

    Manuel Antônio de Almeida

    Romantismo · 1854

    Romance picaresco que acompanha Leonardo, filho de um trovão com uma pisadela, pelas vielas e festas populares do Rio de Janeiro do início do século XIX.

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  • A Escrava

    Maria Firmina dos Reis

    Romantismo · 1887

    Numa roda de conversa entre senhoras, a história de uma mulher escravizada separada do filho interrompe a conveniência do salão. Conto abolicionista publicado dois meses antes da Lei Áurea.

  • Úrsula

    Maria Firmina dos Reis

    Romantismo · 1859

    Um triângulo amoroso no Maranhão do século XIX serve de moldura para que homens e mulheres escravizados narrem, em primeira pessoa, a violência do cativeiro. Primeiro romance abolicionista brasileiro e o primeiro de autoria de uma mulher negra no país.

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  • O Juiz de Paz da Roça

    Martins Pena

    Romantismo · 1838

    Primeira peça brasileira de sucesso, satirizando com humor a figura do juiz de paz rural ignorante e déspota, num retrato irreverente da justiça no Brasil do século XIX.

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  • O Noviço

    Martins Pena

    Romantismo · 1853

    Comédia de costumes sobre Carlos, que finge querer se tornar frade para fugir de um casamento indesejado e conseguir a namorada que realmente ama, numa farsa repleta de equívocos.

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  • Direitos das Mulheres e Injustiça dos Homens

    Nísia Floresta

    Romantismo · 1832

    O primeiro texto de reivindicação dos direitos das mulheres publicado no Brasil: refuta, ponto por ponto, a suposta inferioridade intelectual feminina e defende o direito à instrução.

  • Opúsculo Humanitário

    Nísia Floresta

    Romantismo · 1853

    Reunião de sessenta e dois artigos em que a autora percorre a condição da mulher em diferentes povos e épocas para defender a educação feminina como condição do progresso do Brasil. Uma das primeiras defesas públicas e articuladas dos direitos das mulheres no país.

  • As Relações Naturais

    Qorpo-Santo

    Romantismo · 1877

    Peça do dramaturgo gaúcho Qorpo-Santo, precursor mundial do teatro do absurdo, com personagens e situações que desafiam a lógica numa dramaturgia original e inclassificável.

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  • Inocência

    Visconde de Taunay

    Romantismo · 1872

    O naturalista Cirino encontra a jovem e ignorante Inocência no sertão de Mato Grosso; o amor impossível entre eles choca-se com as leis rígidas da sociedade sertaneja.

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