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Pranto de Maria Parda

GIL VICENTE · QUINHENTISMO

Maria Parda lamenta que as tavernas de Lisboa estejam sem vinho, ou vendendo-o caro demais, e vai pedir fiado a uma pessoa atrás da outra: todas recusam. No fim, faz o seu testamento, deixando instruções para o enterro numa peça que usa a falta de vinho como metáfora para a pobreza da Lisboa do século XVI.

Coleções: Quinhentismo · Literatura Portuguesa

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